quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Uma Foto por dia, até a roetina sorria! #1


5 de agosto
Escolhida para iniciar esta série por sintetizar um dia fantástico numa companhia perfeita mas também por me identificar completamente com a imagem, a foto retrata parte de uma parede do castelo de Pombal.


Chiaro/oscuro ou Selfie

Uma Foto por dia, até a roetina sorria! - lançamento

Quinta feira, dia 6...
Parece-me que é uma daquelas datas em que ninguém desconfia.
Hora de começar mais uma brincadeira aqui na casa da Sodona Epifânia. Diz ela que até é bom, que lhe tiro as teias de aranha do caldeirão.
Chama-se "Uma Foto por dia, até a roetina sorria!" e com ela pretendo fazer um registo fotográfico diário bem disposto e ou significativo, uma espécie de diário gráfico de alguém que não tem jeito para grafismos, uma forma de me impor alguma disciplina absolutamente voluntária.
Vamos a isso!
A foto inicial refere-se a dia 5. É portanto uma série um pouco disfuncional: começada a 5, publicada a 6 (quem sai aos seus!)

Expressões de que não gosto... é que nadinha mesmo #11

"As pessoas são assim" - é que até hoje não conheci duas iguais. Esta é daquelas que, mais do que irritar, desconcerta.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

De volta ao caldeirão

Suponho que os ditados populares se aplicam aos blogues como ao resto da vida "A ocasião faz o ladrão" e a "Necessidade faz o engenho".

Já aqui não vinha desde setembro, o que na vida de um professor significa que me baldei ao serviço durante todo o primeiro período. Houvesse registo biográfico nestas lides e provavelmente nem uma junta médica me safava de despedimento com justa causa. Mas neste caso, sou bastante amiga da dona do caldeirão, de onde posso gozar de alguns privilégios.

A hora não é propícia a iada-iada pelo que registo apenas que quase nada mudou desde que aqui escrevi pela última vez, o que quer dizer que muita coisa está diferente :)

Ano Novo, Carla Velha é ditado conhecido por estes lados... um pouco mais de rugas e a mesma falta de juízo, mas demos por nós a gostar de alguns aspectos desta vetustez: a (in)sensatez um pouco menos explosiva e a forma como algumas gavetas estão devidamente arrumadas, ao mesmo tempo que, com alguma genialidade conseguimos que comuniquem entre si. - Reparo agora que nos assenta que nem luva o plural, nós que sempre fomos tão majestáticos ;).

De realçar que às casas por onde morei nos últimos anos se junta o arrendamento de mais uma assoalhada por outra e que o ano trouxe de prenda registos fantásticos de portadores dessa doença infecto-contagiosa que se traduz em empatia profunda, acessos de admiração, partilha de momentos mais ou menos inusitados e generosidade em doses massivas. De cereja no bolo, o M apareceu numa rede social fazendo emocionar a Bibliotecária. Bom reencontro!

Assinalável ainda a promessa/garantia de que 2015 é um ano muito interessante para se estar vivo.

Nota: Regresso aqui um dia depois do terrível massacre no jornal Charlie Hebdo em Paris, sendo que o dia que há pouco findou foi um pouco menos mau...

Expressões de que não gosto... é que nadinha mesmo #10

"Hoje são eles, amanhã somos nós"

Eu que nem sequer sou a mais generosa. bondosa e outros adjectivos em -osa das pessoas fico absolutamente possessa com este egoísmo! Ora, portanto, eu ajudo alguém porque o que lhe acontece hoje pode vir a acontecer a mim. Feio, muito feio!