07 de agosto
Enquanto as amigas suspiravam pelos cantos por uma Bimby, K sonhava com alguém que lavasse, passasse a ferro e limpasse o pó... Até podia ser uma Bimba! Enfim, uma fada do lar que lhe permitisse ser a "Professora das Histórias", ir às compras, cozinhar e ainda ter tempo para respirar...
sábado, 8 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Uma Foto por dia, até a roetina sorria! #1
Uma Foto por dia, até a roetina sorria! - lançamento
Quinta feira, dia 6...
Parece-me que é uma daquelas datas em que ninguém desconfia.
Hora de começar mais uma brincadeira aqui na casa da Sodona Epifânia. Diz ela que até é bom, que lhe tiro as teias de aranha do caldeirão.
Chama-se "Uma Foto por dia, até a roetina sorria!" e com ela pretendo fazer um registo fotográfico diário bem disposto e ou significativo, uma espécie de diário gráfico de alguém que não tem jeito para grafismos, uma forma de me impor alguma disciplina absolutamente voluntária.
Vamos a isso!
A foto inicial refere-se a dia 5. É portanto uma série um pouco disfuncional: começada a 5, publicada a 6 (quem sai aos seus!)
Parece-me que é uma daquelas datas em que ninguém desconfia.
Hora de começar mais uma brincadeira aqui na casa da Sodona Epifânia. Diz ela que até é bom, que lhe tiro as teias de aranha do caldeirão.
Chama-se "Uma Foto por dia, até a roetina sorria!" e com ela pretendo fazer um registo fotográfico diário bem disposto e ou significativo, uma espécie de diário gráfico de alguém que não tem jeito para grafismos, uma forma de me impor alguma disciplina absolutamente voluntária.
Vamos a isso!
A foto inicial refere-se a dia 5. É portanto uma série um pouco disfuncional: começada a 5, publicada a 6 (quem sai aos seus!)
Expressões de que não gosto... é que nadinha mesmo #11
"As pessoas são assim" - é que até hoje não conheci duas iguais. Esta é daquelas que, mais do que irritar, desconcerta.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
De volta ao caldeirão
Suponho que os ditados populares se aplicam aos blogues como ao resto da vida "A ocasião faz o ladrão" e a "Necessidade faz o engenho".
Já aqui não vinha desde setembro, o que na vida de um professor significa que me baldei ao serviço durante todo o primeiro período. Houvesse registo biográfico nestas lides e provavelmente nem uma junta médica me safava de despedimento com justa causa. Mas neste caso, sou bastante amiga da dona do caldeirão, de onde posso gozar de alguns privilégios.
A hora não é propícia a iada-iada pelo que registo apenas que quase nada mudou desde que aqui escrevi pela última vez, o que quer dizer que muita coisa está diferente :)
Ano Novo, Carla Velha é ditado conhecido por estes lados... um pouco mais de rugas e a mesma falta de juízo, mas demos por nós a gostar de alguns aspectos desta vetustez: a (in)sensatez um pouco menos explosiva e a forma como algumas gavetas estão devidamente arrumadas, ao mesmo tempo que, com alguma genialidade conseguimos que comuniquem entre si. - Reparo agora que nos assenta que nem luva o plural, nós que sempre fomos tão majestáticos ;).
De realçar que às casas por onde morei nos últimos anos se junta o arrendamento de mais uma assoalhada por outra e que o ano trouxe de prenda registos fantásticos de portadores dessa doença infecto-contagiosa que se traduz em empatia profunda, acessos de admiração, partilha de momentos mais ou menos inusitados e generosidade em doses massivas. De cereja no bolo, o M apareceu numa rede social fazendo emocionar a Bibliotecária. Bom reencontro!
Assinalável ainda a promessa/garantia de que 2015 é um ano muito interessante para se estar vivo.
Nota: Regresso aqui um dia depois do terrível massacre no jornal Charlie Hebdo em Paris, sendo que o dia que há pouco findou foi um pouco menos mau...
Já aqui não vinha desde setembro, o que na vida de um professor significa que me baldei ao serviço durante todo o primeiro período. Houvesse registo biográfico nestas lides e provavelmente nem uma junta médica me safava de despedimento com justa causa. Mas neste caso, sou bastante amiga da dona do caldeirão, de onde posso gozar de alguns privilégios.
A hora não é propícia a iada-iada pelo que registo apenas que quase nada mudou desde que aqui escrevi pela última vez, o que quer dizer que muita coisa está diferente :)
Ano Novo, Carla Velha é ditado conhecido por estes lados... um pouco mais de rugas e a mesma falta de juízo, mas demos por nós a gostar de alguns aspectos desta vetustez: a (in)sensatez um pouco menos explosiva e a forma como algumas gavetas estão devidamente arrumadas, ao mesmo tempo que, com alguma genialidade conseguimos que comuniquem entre si. - Reparo agora que nos assenta que nem luva o plural, nós que sempre fomos tão majestáticos ;).
De realçar que às casas por onde morei nos últimos anos se junta o arrendamento de mais uma assoalhada por outra e que o ano trouxe de prenda registos fantásticos de portadores dessa doença infecto-contagiosa que se traduz em empatia profunda, acessos de admiração, partilha de momentos mais ou menos inusitados e generosidade em doses massivas. De cereja no bolo, o M apareceu numa rede social fazendo emocionar a Bibliotecária. Bom reencontro!
Assinalável ainda a promessa/garantia de que 2015 é um ano muito interessante para se estar vivo.
Nota: Regresso aqui um dia depois do terrível massacre no jornal Charlie Hebdo em Paris, sendo que o dia que há pouco findou foi um pouco menos mau...
Expressões de que não gosto... é que nadinha mesmo #10
"Hoje são eles, amanhã somos nós"
Eu que nem sequer sou a mais generosa. bondosa e outros adjectivos em -osa das pessoas fico absolutamente possessa com este egoísmo! Ora, portanto, eu ajudo alguém porque o que lhe acontece hoje pode vir a acontecer a mim. Feio, muito feio!
Eu que nem sequer sou a mais generosa. bondosa e outros adjectivos em -osa das pessoas fico absolutamente possessa com este egoísmo! Ora, portanto, eu ajudo alguém porque o que lhe acontece hoje pode vir a acontecer a mim. Feio, muito feio!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


