sexta-feira, 6 de setembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #114


Those were the days - Theme song

Suponho que "estar a ficar velho" é isto:

Pausa para almoço com E., sem registo fotográfico devido a desmemória.

Vinte anos depois parece que foi ...anteontem!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #112




Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

Confesso-me a ti
Ó cidade de noite encantada
Lembras-me a vontade
Hoje eu vou ficar

E passo por ti
Condenado ao vazio
A ansia de querer voltar
O adeus que não te vou dizer(?)

Espero aqui
Com o mar (completamente des)controlado
A história de querer um futuro
A idade de me (re)conhecer
A cidade por descobrir
O olá, vou ficar

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu
 
Tara Perdida (adapt)
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #111


Dado que o intervalo de hoje foi, na verdade, uma bela sesta, fica uma foto de ontem...
E um poema magnífico de Nuno Camarneiro

Geográfica

Há lugares feitos para doer
para que o mal tenha chão
morada e um código postal
Há ruas onde não durmo
ruínas que foram casa
paredes que já não são
E o amor se ainda houver
há-de encolher-se também
sofrido por onde caiba


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

domingo, 1 de setembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #109

“She waited for the train to pass. Then she said, "I sometimes think that people’s hearts are like deep wells. Nobody knows what’s at the bottom. All you can do is imagine by what comes floating to the surface every once in a while.”  
Haruki Murakami, Blind Willow, Sleeping Woman