Considerando a hipótese de fazer acupunctura...
Mano em Grenoble.
5/28 dias - tá-se bem!
Enquanto as amigas suspiravam pelos cantos por uma Bimby, K sonhava com alguém que lavasse, passasse a ferro e limpasse o pó... Até podia ser uma Bimba! Enfim, uma fada do lar que lhe permitisse ser a "Professora das Histórias", ir às compras, cozinhar e ainda ter tempo para respirar...
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quinta-feira, 8 de maio de 2014
(...) a vida nos intervalos #355
6 de maio de 2014
Intervalo nas horas de expediente ;)
Encontro com Sérgio Gonçalves da "Live Content" e turmas de marketing e de artes.
Intervalo nas horas de expediente ;)
Encontro com Sérgio Gonçalves da "Live Content" e turmas de marketing e de artes.
terça-feira, 6 de maio de 2014
(...) a vida nos intervalos #354
Porque hoje também é Dia da Mãe, Dia dos Filhos, Dia do Amor
"Sei que só vou progredir, que só vou conseguir aquilo que quero para a minha vida se conseguir perdoar a minha família biológica."
(...)
"Agradeço tanto tudo o que os mais pais fizeram por mim e de mim em apenas seis anos!"
(...)
Hoje conversei um pouco mais com N., jovem de 18 anos, adoptado aos 12. Facilmente poderia ficar pelo menos mais três dias a escrever sobre ele e sobre o quanto me sinto privilegiada tantas vezes no meu trabalho
A maior dificuldade do meu dia foi conseguir não me lançar ao pescoço deste jovem, abraçá-lo e pedir que entregasse metade do abraço à sua enorme Mãe Coragem.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #345
Swim, little fish, swim
Synopsis
Maggie ? Rainbow ? Leeward and Mary cannot even agree on their three year old daughter's name anymore.
Mary is a hardworking nurse who dreams of only one thing : changing her life. She resents her husband for being an irresponsible, overgrown adolescent, incapable of holding down a job. Leeward is an atypical, idealistic musician who fancies himself a misunderstood artist and a New Age visionary.
Enter Lilas, a 19 year old French artist and the daughter of a world famous painter, who is trying to make it in New York and get away from an overbearing mother.
When the bubbly young woman moves into the couple's tiny Chinatown apartment, their already fragile balance is upset even further.
Between surrealism, unusual characters, art and magic tricks, Swim Little Fish Swim is a dreamlike journey from childhood to adulthood.
Gostei. Muito. - A banda sonora também não está nada mal!
Maggie ? Rainbow ? Leeward and Mary cannot even agree on their three year old daughter's name anymore.
Mary is a hardworking nurse who dreams of only one thing : changing her life. She resents her husband for being an irresponsible, overgrown adolescent, incapable of holding down a job. Leeward is an atypical, idealistic musician who fancies himself a misunderstood artist and a New Age visionary.
Enter Lilas, a 19 year old French artist and the daughter of a world famous painter, who is trying to make it in New York and get away from an overbearing mother.
When the bubbly young woman moves into the couple's tiny Chinatown apartment, their already fragile balance is upset even further.
Between surrealism, unusual characters, art and magic tricks, Swim Little Fish Swim is a dreamlike journey from childhood to adulthood.
Gostei. Muito. - A banda sonora também não está nada mal!
domingo, 27 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #340
A estranha sensação de "it doesn't really matter" pode ser tão má quanto "dói pa caraças"... Vamos ver...
Vivendo e aprendendo (?)
Vivendo e aprendendo (?)
terça-feira, 22 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #338
Dia de aniversário do tio Necas.
Por estes dias lembrei-me muito dele e de outras pessoas queridas que partiram .
Nostalgia ou velhice...
Creio que, tal como nós por cá, todos bem!
Entretanto o Benfica é campeão. A Epifânia tomou a cozinha de assalto, sendo que uma coisa nada tem a ver com a outra.
(...) a vida nos intervalos #337
SÁBADO, 19 de ABRIL de 2014
Voltas e voltas...
Margem sul para por afetos em dia com os Cabrais (quase todos)
Voltas e voltas...
Margem sul para por afetos em dia com os Cabrais (quase todos)
(...) a vida nos intervalos #336
SEXTA FEIRA, 18 de ABRIL de 2014
Tarde saborosa. Trouxe beijinhos e fui conhecer o novo esapaço MILL (João, Rita e Maurício)
A querida Teresa não se sai nada mal de pintora ;)
Tarde saborosa. Trouxe beijinhos e fui conhecer o novo esapaço MILL (João, Rita e Maurício)
A querida Teresa não se sai nada mal de pintora ;)
(...) a vida nos intervalo #335
QUINTA FEIRA 17 de ABRIL de 2014
Regresso a Lisboa.
Há que viver uma realidade de cada vez...
Paragem em Cheganças - how weird can one get?
Regresso a Lisboa.
Há que viver uma realidade de cada vez...
Paragem em Cheganças - how weird can one get?
quinta-feira, 17 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #334
Dia saboroso!
- acordar lento, pequeno almoço, lanche com vista para o mar, pilates com a querida Teresa, jantar com Q e M, redes e escrita brincativa -
Vão acontecendo.
Boa, miúda!
- acordar lento, pequeno almoço, lanche com vista para o mar, pilates com a querida Teresa, jantar com Q e M, redes e escrita brincativa -
Vão acontecendo.
Boa, miúda!
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #331
Vénus de Vison, Roman Polanski
O teatro, o cinema, o sexismo, texto fantástico filmado magistralmente!
O teatro, o cinema, o sexismo, texto fantástico filmado magistralmente!
sábado, 12 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #361
Intervalo duríssimo
Preciso hoje de ser um pouco mais factual, quiçá indiscreta, do que é meu hábito neste local...
Dia de reunião na segurança social, para re-avaliação da minha disponibilidade para ser mãe. Suspeito que tenha ficado enterrada essa hipótese... se assim for, será com tristeza que encerro essa parte da minha vida. Veremos. Há que aguardar. Não sei exactamente quanto tempo.
Fiquei a saber que uma carta que eu tinha como extraviada foi efectivamente entregue, aliás levantada na estação de correios pelo A, que me garantiu em duas ocasiões não a ter recebido.
(...)
Fiz um balanço de toda esta coisa que tem sido a minha vida e concluí que se soubesse que hoje morreria e acreditasse na vida eterna, apenas haveria uma pessoa a quem precisaria de pedir desculpa pelo "mal" que lhe causei, ainda que involuntariamente. Acredito que se esse alguém soubesse de tudo o que eu sei, era bem capaz de me agradecer.
Quanto ao resto, iriam a sepultar comigo os inúmeros defeitos e imperfeições que tenho mas o meu carácter, que materialmente não tem qualquer valor, esse acompanhar-me-ia absolutamente intacto. Perdoem a presunção.
Apesar do exposto no 1º parágrafo, publico apenas uma parte do texto que escrevi.
Creio que isto não será lido por ninguém, caso o seja, que se entenda que foi uma necessidade e se trata de algo que não considero necessário esconder pois como me disse uma querida amiga-casa "ninguém merece".
Verifico com alguma apreensão que após dois anos, muitas e muitas lágrimas e imenso trabalho meu para recuperar, este homem ainda me tira muitas horas de sono!
Preciso hoje de ser um pouco mais factual, quiçá indiscreta, do que é meu hábito neste local...
Dia de reunião na segurança social, para re-avaliação da minha disponibilidade para ser mãe. Suspeito que tenha ficado enterrada essa hipótese... se assim for, será com tristeza que encerro essa parte da minha vida. Veremos. Há que aguardar. Não sei exactamente quanto tempo.
Fiquei a saber que uma carta que eu tinha como extraviada foi efectivamente entregue, aliás levantada na estação de correios pelo A, que me garantiu em duas ocasiões não a ter recebido.
(...)
Fiz um balanço de toda esta coisa que tem sido a minha vida e concluí que se soubesse que hoje morreria e acreditasse na vida eterna, apenas haveria uma pessoa a quem precisaria de pedir desculpa pelo "mal" que lhe causei, ainda que involuntariamente. Acredito que se esse alguém soubesse de tudo o que eu sei, era bem capaz de me agradecer.
Quanto ao resto, iriam a sepultar comigo os inúmeros defeitos e imperfeições que tenho mas o meu carácter, que materialmente não tem qualquer valor, esse acompanhar-me-ia absolutamente intacto. Perdoem a presunção.
Apesar do exposto no 1º parágrafo, publico apenas uma parte do texto que escrevi.
Creio que isto não será lido por ninguém, caso o seja, que se entenda que foi uma necessidade e se trata de algo que não considero necessário esconder pois como me disse uma querida amiga-casa "ninguém merece".
Verifico com alguma apreensão que após dois anos, muitas e muitas lágrimas e imenso trabalho meu para recuperar, este homem ainda me tira muitas horas de sono!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #358
O encanto da aulas das terças ensombrado pelo cansaço...
(Já passou :) )
terça-feira, 8 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #356
domingo, 6 de abril de 2014
Tempo para cumprir a necessidade de escrever um pouco. Parece ser uma condição aguda que quase sempre se apresenta como crónica ;)
E inevitavelmente pensar em pessoas de quem é impossível não gostar. "Pessoas que nos podiam ser grandes" (Inês do Carmo dixit)
Tempo para cumprir a necessidade de escrever um pouco. Parece ser uma condição aguda que quase sempre se apresenta como crónica ;)
E inevitavelmente pensar em pessoas de quem é impossível não gostar. "Pessoas que nos podiam ser grandes" (Inês do Carmo dixit)
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