"Missão de Salvamento"
Nas redes sociais num dia somos bestas, noutro bestiais, mas somos sempre pessoas normais.
Tal como na vida real, nas redes passam-se coisas terríveis: invejas, mentiras, casais que se desfazem, traições vis e tanta, mas tanta desgraça, que a caixa de Pandora não poderia contê-las.
Tal como na vida real passam-se coisas boas: sorrisos e beijinhos, gatos fofinhos, cães e criancinhas felizes.
As redes sociais são, obviamente parte da vida e servem os objetivos que bem entendermos.
Esta noite, twitter e facebook serviram para divulgar um acidente, em que um dos veiculos se pôs em fuga e o condutor do segundo ficou à chuva e ao frio, quase sem bateria como convém nestas situações.
Apercebi-me da coisa uns minutos depois de divulgada e acabei por juntar-me a um grupo de maduros que tentou ajudar o "sinistrado".
Durante umas duas horas, dezenas e dezenas de mensagens foram escritas, alguns, imagino que muitos, telefonemas foram feitos para as autoridades...
Tal como eu, um grupo grande de pessoas foi tentando ajudar, preocupando-se genuinamente - até porque não havia nada para ver.
Eu que sou uma lamechas, lamentei o sucedido mas gostei de ver a onda de amizade que se estableleceu e sobretudo fiquei descansada, pois a esta hora, o acidentado está na urgência hospitalar, mas ao que tudo indica não há ferimentos graves.
Tal como "lá fora" fomos mandando "bitaites" para ajudar ou apenas para aliviar a tensão, trocaram-se piadas entre amigos e desconhecidos e como "Assim, de repente, não tínhamos um haburguer, mandámos o João Calviño"!
O "Pedro Unicef" merece!
Tal como na vida real, nas redes passam-se coisas terríveis: invejas, mentiras, casais que se desfazem, traições vis e tanta, mas tanta desgraça, que a caixa de Pandora não poderia contê-las.
Tal como na vida real passam-se coisas boas: sorrisos e beijinhos, gatos fofinhos, cães e criancinhas felizes.
As redes sociais são, obviamente parte da vida e servem os objetivos que bem entendermos.
Esta noite, twitter e facebook serviram para divulgar um acidente, em que um dos veiculos se pôs em fuga e o condutor do segundo ficou à chuva e ao frio, quase sem bateria como convém nestas situações.
Apercebi-me da coisa uns minutos depois de divulgada e acabei por juntar-me a um grupo de maduros que tentou ajudar o "sinistrado".
Durante umas duas horas, dezenas e dezenas de mensagens foram escritas, alguns, imagino que muitos, telefonemas foram feitos para as autoridades...
Tal como eu, um grupo grande de pessoas foi tentando ajudar, preocupando-se genuinamente - até porque não havia nada para ver.
Eu que sou uma lamechas, lamentei o sucedido mas gostei de ver a onda de amizade que se estableleceu e sobretudo fiquei descansada, pois a esta hora, o acidentado está na urgência hospitalar, mas ao que tudo indica não há ferimentos graves.
Tal como "lá fora" fomos mandando "bitaites" para ajudar ou apenas para aliviar a tensão, trocaram-se piadas entre amigos e desconhecidos e como "Assim, de repente, não tínhamos um haburguer, mandámos o João Calviño"!
O "Pedro Unicef" merece!
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