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segunda-feira, 28 de abril de 2014

(...) a vida nos intervalos #345



Swim, little fish, swim
Synopsis
Maggie ? Rainbow ? Leeward and Mary cannot even agree on their three year old daughter's name anymore.
Mary is a hardworking nurse who dreams of only one thing : changing her life. She resents her husband for being an irresponsible, overgrown adolescent, incapable of holding down a job. Leeward is an atypical, idealistic musician who fancies himself a misunderstood artist and a New Age visionary.
Enter Lilas, a 19 year old French artist and the daughter of a world famous painter, who is trying to make it in New York and get away from an overbearing mother.
When the bubbly young woman moves into the couple's tiny Chinatown apartment, their already fragile balance is upset even further.
Between surrealism, unusual characters, art and magic tricks, Swim Little Fish Swim is a dreamlike journey from childhood to adulthood.

Gostei. Muito. - A banda sonora também não está nada mal!

quinta-feira, 6 de março de 2014

"Estou vivo e escrevo o sol" (...) a vida nos intervalos #324

E ao 324º dia tivemos "Epifânia" na Calçada de Carriche.

Talvez fosse da música, ou o efeito da tarde que se fez magnífica por Lisboa. O certo é que o nó na garganta se desfez num "It took me so long to realize" chorado / cantado a plenos pulmões e vi-me simplesmente obrigada a agradecer.
Ficou a faltar "apenas" uma pessoa. Espero conseguir fazê-lo em breve.

Quase ninguém percebeu...

:)


sábado, 1 de março de 2014

(...) a vida nos intervalos #319

Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014



“Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind.”  

   Bernard M. Baruch

 
“I hold this to be the highest task of a bond between two people: that each should stand guard over the solitude of the other.”  
   
Rainer Maria Rilke, Letters to a Young Poet    

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

aFor'ismos da Konfuse #19

Há momentos na vida em que apenas queres que te deixem em paz com os nabos.
Nessas alturas, a última coisa que precisas é que te mandem à fava.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #315

Vai-se andando...

Hoje devo ter ouvido perto de duas dezenas de pessoas que ao encontar-se se cumprimentavam - sim, eu própria por vezes estranho mas ainda existem(imos) - perguntando "Como vais?" ou algo equivalente.
Quase todas ia respondendo "vai-se andando" e, uma ou outra - penso que não minto se disser que foram duas - responderam que "hoje, nada bem".

Confesso que eu, que muitas vezes não vou andando, arrasto-me por falta d eenergia ou corro por falta de tempo, fico já um pouco embaraçada com a pergunta. Não quero chocar ninguém dizendo que hoje é melhor que ontem, porque estou viva, porque a primavera está achegar, porque sobrevivi a mais um fim do mundo (desta vez o dos vikings) mas também não quero confrontálos com não menos verdade de que está tudo errado, o mundo parece não ter concerto e país está melhor mas os portugueses nem por isso.

Calma, eu sei que nem devia maçar-me, na verdade das pessoas que perguntam como estou, penso que cerca de 5% quer saber a verdade e mesmo esses não anseiam por toda, toda... enfim, lá vou respondendo com evasivo "tudo bem" ou um mais gregário "vai-se andando". Mas hoje, amigos, na biblioteca escolar onde trabalho uma uente respondeu com um sorriso na voz: "Estou muito bem, felizmente".

O "Como está?" tinha sido proferido pela Assistente Técnica que estava no atendimento e perante tal "resposta sorrida", tirei os olhos da etiquetagem que estava a fazer e não pude deixar também de sorrir ao mesmo tempo que aplicava o auto-ralhete de praxe: "Tem juízo, Carla Maria!"

Tratava-se de uma aluna do ensino noturno que deve ter uns verdes 20 anos e cuja "história" me foi contada resumidamente há dias. Há umas semanas, esta jovem, meio envergonhadamente perguntou a uma assistente ou professora (não recordo, nem é importante) se lhe podia pagar um pão com manteiga - era hora do jantar que ela não havia comido. Depois de se fazer um breve levantamento sobre as circunstâncias da simpática jovem apurou-se que pertence a uma família com grandes dificuldades, um irmão paga-lhe o passe para ela poder ir às aulas, ... e desde então leva da escola alguma da comida que provavelmente iria para o lixo ou para alguém menos necessitado.

Dirão que a assitência social não funciona (concordo), qua a aluna talvez pudesse trabalhar (improvável mas possível) que devia ter estudado quando era adolescente (pois, talvez, quem sabe)...

O que verdadeiramente me interessa é que de toda a gente que ouvi hoje responder a um cumprimento ela foi a única que disse "Estou muito bem, felizmente"

(também publicado como nota no facebook)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #309

Ainda perguntam porque é bom viver em Lisboa?!

A cor, a luz única, a diversidade.
Cidade grande q.b. mas aconchegante.
Também temos problemas graves, mas dificilmente desistiremos de ti. É isso o amor, dizem.

E nesta tarde ensolarada tinhas imensa música para nos guiar os passos.
Cais do Sodré - Estação do Metro

Chiado

Chiado

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #290

Dois homens e uma mulher: um triângulo dramático entre amor, paixão, traição e crime. Florian Flicker transportou a história DER WEIBSTEUFEL (A MULHER DIABÓLICA) de Karl Schönherr para uma zona fronteiriça da Áustria, passada pouco tempo após a passagem do milénio. Nas terras pantanosas de March-Au, Hans e Jana criaram um pequeno idílio com características criminosas que é posto em causa quando um jovem soldado é destacado para a região.

FRONTEIRAS (Grenzgänger)
30.01.2014
21h30...
Realização: Florian Flicker, Áustria, 88 min., 2012
Apresentada pela embaixada da Áustria
Local: Cinema São Jorge
Bilhete: 4 €, com desconto: 3,50€
Erro de "pontaria" fez-me assistir a este filme.
 
Gostei bastante.
 
Conclusão: às vezes vale a pena não nos importarmos muito ou se não podes comer, c... nisso! (certo, T. Martins? ;))

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #288

Um brinde às pessoas queixinhas!

Não os que reclamam do governo ou da falta do dinheiro,
não os que sofrem
ou os que o outro aconselhou a emigrar.

Falo dos que sabem que "dantes é que era bom",
que "nas férias é que vai ser",
que "se ao menos eu tivesse tempo!",
"se não estivesse tudo fechado"

porque "ah sempre a trabalhar"
"há greve e eu já paguei o passe"...
e "mas oh que grande injustiça"

Sim, às vezes também lá estou. Mas outras... quantas outras...

Um brinde às pessoas "queixinhas"!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #286

Fosse isto uma entrada do foursquare e o texto seria algo do género:



"De volta a uma piscina municipal depois de..."

Oops! Pois é, naquele tempo não havia foursquare, nem twitter, nem facebook. Havia mIRC e... e... um serão para descarregar uma música de 1'28"!

Seja como for, voltei hoje a nadar numa piscina municipal lisboeta.
Creio terem passado pelo menos 1 dúzia de anos, muita "ferrugem" acumulada (sobretudo no braço direito), muita água correu, algumas pontes ruíram...

Foi bom!

sábado, 30 de novembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #198



“Girls are like apples...the best ones are at the top of the trees. The boys don't want to reach for the good ones because they are afraid of falling and getting hurt. Instead, they just get the rotten apples that are on the ground that aren't as good, but easy. So the apples at the top think there is something wrong with them, when, in reality, they are amazing. They just have to wait for the right boy to come along, the one who's brave enough to climb all the way to the top of the tree...” ― Pete Wentz