24 de setembro
Digam lá se não é uma sorte quando, em plena Lisboa, este é o primeiro focinho que se vê pela manhã?!
Enquanto as amigas suspiravam pelos cantos por uma Bimby, K sonhava com alguém que lavasse, passasse a ferro e limpasse o pó... Até podia ser uma Bimba! Enfim, uma fada do lar que lhe permitisse ser a "Professora das Histórias", ir às compras, cozinhar e ainda ter tempo para respirar...
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
quinta-feira, 8 de maio de 2014
(...) a vida nos intervalos #356
Considerando a hipótese de fazer acupunctura...
Mano em Grenoble.
5/28 dias - tá-se bem!
Mano em Grenoble.
5/28 dias - tá-se bem!
domingo, 4 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #337
SÁBADO, 19 de ABRIL de 2014
Voltas e voltas...
Margem sul para por afetos em dia com os Cabrais (quase todos)
Voltas e voltas...
Margem sul para por afetos em dia com os Cabrais (quase todos)
(...) a vida nos intervalos #336
SEXTA FEIRA, 18 de ABRIL de 2014
Tarde saborosa. Trouxe beijinhos e fui conhecer o novo esapaço MILL (João, Rita e Maurício)
A querida Teresa não se sai nada mal de pintora ;)
Tarde saborosa. Trouxe beijinhos e fui conhecer o novo esapaço MILL (João, Rita e Maurício)
A querida Teresa não se sai nada mal de pintora ;)
quinta-feira, 17 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #334
Dia saboroso!
- acordar lento, pequeno almoço, lanche com vista para o mar, pilates com a querida Teresa, jantar com Q e M, redes e escrita brincativa -
Vão acontecendo.
Boa, miúda!
- acordar lento, pequeno almoço, lanche com vista para o mar, pilates com a querida Teresa, jantar com Q e M, redes e escrita brincativa -
Vão acontecendo.
Boa, miúda!
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #344
O Sorriso da Tarde
“Já sorriu
hoje?” – a pergunta entrou assim, desafiante, carruagem do metro adentro, à
boleia de uma t-shirt branca. As costas, paradoxais, ficaram de frente para mim
e aconselhavam “Páre para pensar”.
Preferi parar
para sorrir. Achei que talvez já tivesse pensado q.b. (presunçosa!) durante o
dia e pareceu-me deliciosamente simpático que alguém, de entre todas as peças
de roupa que poderia ter adquirido tivesse decidido por aquela e que de entre
todas as t-shirts do seu armário tivesse hoje, logo hoje, optado por aquela. Que
tivesse, pelo menos aparentemente, programado pelo menos parte do seu dia em
torno do sorriso dos outros. E, sim, já tinha sorrido “hoje” mas não com tanta
vontade, nem por um motivo tão forte: o sorriso pelo sorriso, assim, tal qual.
Quando, ainda sorridente,
voltava ao meu livro, o olhar fugiu-me para a mãe e filho que viajavam sentados
em frente. Tinha reparado na forma como trocavam sorrisos, olhares ternos e
alguns gestos. O pequeno era surdo mas a comunicação era perfeita. Nos segundos
seguintes viu que olhava na direcção da t-shirt que agora tinha já rosto,
pernas, braços mãos… um par de mãos, como convém, que brincavam com uma bola de
malabares. Na breve troca de olhares Rapaz-T-Shirt, Mãe e Criança acordaram que
a última queria ver a bola e lá se levantou, aproximou-se do
Rapaz-T-Shirt-e-Bola e o que se seguiu foram seis estações de brincadeira,
sorrisos e risos, que eu bem os ouvi, a que se juntou o
Jovem-Roupa-de-Trabalho, que apesar de preferir jogar com os pés também ensaiou
uns requebros com a bola nas mãos.
Gosto de
conduzir, sinto alguma liberdade e é das raras situações em que estou
completamente disponível para ouvir rádio, mas confesso a minha grande “crush”
por transportes públicos. Cheiram, soam e às até sabem mal, mas estão
carregadinhos de vida e de vez em quando, de quando em vez, somos brindados com
a tarde a sorrir-nos!
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aproveitar a vida nos intervalos,
esta Lisboa que eu amo,
há coisas que só se sentem,
Quantos sorrisos cabem num ano?,
re-mood-lação,
transportes
sexta-feira, 7 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #325
E não é que timidamente o dia lá se compôs?
Manhã produtiva, tarde ensolarada e pintada de sorrisos amigos, jantarício em excelente companhia...
Ah could get used to this :)
Manhã produtiva, tarde ensolarada e pintada de sorrisos amigos, jantarício em excelente companhia...
Ah could get used to this :)
Não foi nada disto... mas a música é tão tão libertadora que decidi colá-la aqui
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trabalho e prazer
quinta-feira, 6 de março de 2014
"Estou vivo e escrevo o sol" (...) a vida nos intervalos #324
E ao 324º dia tivemos "Epifânia" na Calçada de Carriche.
Talvez fosse da música, ou o efeito da tarde que se fez magnífica por Lisboa. O certo é que o nó na garganta se desfez num "It took me so long to realize" chorado / cantado a plenos pulmões e vi-me simplesmente obrigada a agradecer.
Ficou a faltar "apenas" uma pessoa. Espero conseguir fazê-lo em breve.
Quase ninguém percebeu...
:)
Talvez fosse da música, ou o efeito da tarde que se fez magnífica por Lisboa. O certo é que o nó na garganta se desfez num "It took me so long to realize" chorado / cantado a plenos pulmões e vi-me simplesmente obrigada a agradecer.
Ficou a faltar "apenas" uma pessoa. Espero conseguir fazê-lo em breve.
Quase ninguém percebeu...
:)
domingo, 2 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #320
De volta a Aveiro...
Acabei por deixar cá mais do que pensaria. É bastante provável que volte para ficar, até lá renovam-se afetos.
Acabei por deixar cá mais do que pensaria. É bastante provável que volte para ficar, até lá renovam-se afetos.
sábado, 1 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #319
Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014
“Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind.”
Bernard M. Baruch
“Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind.”
Bernard M. Baruch
“I hold this to be the highest task of a bond between two people: that each should stand guard over the solitude of the other.”
Rainer Maria Rilke, Letters to a Young Poet
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