8 de setembro
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| Alvalade, Lisboa |
Enquanto as amigas suspiravam pelos cantos por uma Bimby, K sonhava com alguém que lavasse, passasse a ferro e limpasse o pó... Até podia ser uma Bimba! Enfim, uma fada do lar que lhe permitisse ser a "Professora das Histórias", ir às compras, cozinhar e ainda ter tempo para respirar...
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
quarta-feira, 23 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #340
A estranha sensação de "it doesn't really matter" pode ser tão má quanto "dói pa caraças"... Vamos ver...
Vivendo e aprendendo (?)
Vivendo e aprendendo (?)
terça-feira, 8 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #356
domingo, 6 de abril de 2014
Tempo para cumprir a necessidade de escrever um pouco. Parece ser uma condição aguda que quase sempre se apresenta como crónica ;)
E inevitavelmente pensar em pessoas de quem é impossível não gostar. "Pessoas que nos podiam ser grandes" (Inês do Carmo dixit)
Tempo para cumprir a necessidade de escrever um pouco. Parece ser uma condição aguda que quase sempre se apresenta como crónica ;)
E inevitavelmente pensar em pessoas de quem é impossível não gostar. "Pessoas que nos podiam ser grandes" (Inês do Carmo dixit)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
(...) a vida nos intervalos #354
sexta feira 4 de abril de 2014
A paixão de M.
Sempre achei que trabalhar no ensino iria potenciar o meu envelhecimento precoce devido à enorme exigência do ramo em termos intelectuais (podem rir!) e emocionais. Pode não parecer a olho nu, mas aquilo desgasta.
Por outro lado também tive sempre a esperança de que trabalhar com jovens me ajudasse a manter alguma juventude nem que fosse por conseguir acompanhar as tendências do que "está a dar"ou simplesmente o jargão da moda.
Não sou naturalmente boa juiz em causa própria mas diria que ambas as "pre-assunções" são, ainda que possam parecer contraditórias, verdadeiras. Sendo que não é menos verdade que trabalhar numa escola e ter mais de 40 anos (cumulativamente) são coisas para nos proporcionam momentos verdadeiramente prazenteiros.
Que me perdoe quem lê, mas escrever mal é muito isto: sentamo-nos para escrever uma breve reflexão acerca da Paixão de M e sai-nos uma coisa enrolada em que após uma mão cheia parágrafos não entrámos na dita.
M. tem 20 anos, está a concluir o ensino secundário, um pouco mais tarde que o habitual, não sei porquê e, sinceramente não me interessa muito. Entre as suas actividades "passeia-se" frequentemente pela Biblioteca Escolar.
A primeira vez que me recordo de M. ter encetado uma conversa comigo foi para me dizer que a biblioteca não tem interesse para ninguém e que o que era bom era ter um jornal da escola. Desafiou-me mesmo a criar um. Expliquei-lhe sucintamente porque não tinha condições para tal e devolvi o desafio: "Proponha, projecte, pode mesmo ser o chefe de redacção."
O resultado prático desta conversa do meu ponto de vista foi apenas um. Memorizei o rosto e comecei a reparar que afinal M., para quem a biblioteca não tem qualquer interesse, é afinal seu assíduo frequentador. Ironias!
E foi desta forma que eu e o meu "Chefe de Redacção" criámos alguns laços, que já permitiram que ele, do alto dos seus 20 anos tenha já traçado não só o meu perfil psicológico como o das Assistentes da Biblioteca Escolar. "A senhora por vezes está triste e isso afeta o seu comportamento aqui na biblioteca; A senhora tem graves oscilações de humor; A senhora não está feliz com a vida que leva; ..." Sorrimos, deixamos estar, que o jovem é simpático e tem uma certa piada.
Acontece que na passada sexta-feira M. entrou na biblioteca de supetão com um amigo na sua cola e em vez de se dirigir para a "ilha" dos computadores, como é seu hábito, dirigiu-se para o espaço da multimédia onde se sentou numa cadeira junto da fila de janelas de onde se pode ver a entrada da escola.
Em poucos segundos identifiquei um comportamento de "avestruz". Ao mesmo tempo que se escondia, M. olhava para a entrada da escola, sendo que todo o seu corpo transmitia uma sensação de ansiedade.
Num piscar de olhos, avaliei a situação. Diz-me a experiência que aquele tipo de comportamento tem uma de duas causas: m... da grossa, ou m... da grossa, sendo que a idade e o perfil de M. correspondem ao segundo tipo, i.e., m... da grossa devido a arrebatamento, ímpeto, entusiasmo, êxtase, aka, paixão!
Pesei prós e contras - fico calada e segura ou arrisco-me a levar a maior desanda da minha vida... mas também pode ser que o moço precise... e atrevi-me.
"Parece impossível que se tenha vindo esconder aqui! e logo de uma miúda!" Mal terminara a frase, já M. retorquia "Às vezes, quando sabemos muito, não devemos falar" - diziam as palavras, mas os olhos eram de quem queria, e muito, falar. Aproximei-me e fui dizendo que eu não sabia nada...
M. despejou rapidamente a sua história, tinha feito "o maior erro" da sua vida, ofereceu flores a uma miúda e agora - acrescentou o amigo, ela pensa que fui eu.
Nem de propósito, pouco antes eu vira as ditas flores passeando-se na escada junto à BE nas mãos de uma jovem que, preconceituosa como sou, achei demasiado jovem... Perguntei: E ela não é muito pequenina?
A resposta não podia ser melhor: Pequenina como, ela é grande... em tudo!
Não havia espaço para dúvidas, o nosso menino, das pestanas mais lindas daquela escola, está completamente apanhado pela pequena de nome estrangeiro e cabelos dourados.
Penso não mentir muito se disser que esta conversa teve lugar por volta da 1 da tarde. À sexta feira, saio às 13:20, excepto quando não saio. Foi o caso, sai da biblioteca depois das 16h. Durante as cerca de 3 horas que mediaram os dois momentos M esteve quase sempre dentro da Biblioteca, amigos vários entraram e saíram; expuseram argumentos, planearam actividades para o fim de semana, mas nada parecia tirar M da espécie de letargia que o atingira.
Muito foi dito e certamente muito mais foi sentido.
M. queria dois antidepressivos e dormir, dormir muito. Perguntava aos amigos se preferiam um líder morto ou um banana vivo... afirmando-se de seguida como um banana.
A dada altura falou-se de um namoro anterior, mandei-lhe um "e lembra-se... nessa altura também parecia o fim do mundo". M pareceu animar-se um pouco para logo se deixar cair.
A dada altura a agitação causada pelo entra e sai de amigos e conversas vivas estava a causar demasiada perturbação e acabei por, mais ou menos amistosamente, expulsá-los da Biblioteca, ordenando a M. que fosse passear as suas pestanas ao sol, porque "a vida está lá fora!".
Passava já das 16 horas quando, segura de que não voltaria a ver M e os amigos senão após o início do terceiro período, me despedi das Assistentes. À saída, não consegui conter um "Que mal terei eu feito a deus?!" - à minha frente, de volta à BE estavam M e M (o amigo "das flores"). De imediato me preparei para "enxotá-los" ao mesmo tempo que M (o amigo) aproximou o rosto do meu ouvido "Já contámos tudo à miúda".
M (o apixonado) virou na minha direcção um par olhos doces e aliviados, inspirou fundo e disse: "Contei tudo!" e, ao mesmo tempo que deixava cair os braços "desabafei". Inspirou: "Sou um homem!"
Sorriso; sorriso; sorriso; "Ela pareceu ficar super-feliz!"
Desci a escada. No rés-do-chão cruzei-me com a "miúda" à conversa-confissão com outro dos amigos. Fiz-me o mais sonsa que poderia ser: "Que flores lindas! Faz anos?" - olhar atrapalhado. "Não..."
"Melhor ainda. Parabéns!"
Saí em direcção ao fim de semana que, sabia, não ia ter um décimo da emoção de receber um ramo de flores apaixonadas e anónimas.
A paixão de M.
Sempre achei que trabalhar no ensino iria potenciar o meu envelhecimento precoce devido à enorme exigência do ramo em termos intelectuais (podem rir!) e emocionais. Pode não parecer a olho nu, mas aquilo desgasta.
Por outro lado também tive sempre a esperança de que trabalhar com jovens me ajudasse a manter alguma juventude nem que fosse por conseguir acompanhar as tendências do que "está a dar"ou simplesmente o jargão da moda.
Não sou naturalmente boa juiz em causa própria mas diria que ambas as "pre-assunções" são, ainda que possam parecer contraditórias, verdadeiras. Sendo que não é menos verdade que trabalhar numa escola e ter mais de 40 anos (cumulativamente) são coisas para nos proporcionam momentos verdadeiramente prazenteiros.
Que me perdoe quem lê, mas escrever mal é muito isto: sentamo-nos para escrever uma breve reflexão acerca da Paixão de M e sai-nos uma coisa enrolada em que após uma mão cheia parágrafos não entrámos na dita.
M. tem 20 anos, está a concluir o ensino secundário, um pouco mais tarde que o habitual, não sei porquê e, sinceramente não me interessa muito. Entre as suas actividades "passeia-se" frequentemente pela Biblioteca Escolar.
A primeira vez que me recordo de M. ter encetado uma conversa comigo foi para me dizer que a biblioteca não tem interesse para ninguém e que o que era bom era ter um jornal da escola. Desafiou-me mesmo a criar um. Expliquei-lhe sucintamente porque não tinha condições para tal e devolvi o desafio: "Proponha, projecte, pode mesmo ser o chefe de redacção."
O resultado prático desta conversa do meu ponto de vista foi apenas um. Memorizei o rosto e comecei a reparar que afinal M., para quem a biblioteca não tem qualquer interesse, é afinal seu assíduo frequentador. Ironias!
E foi desta forma que eu e o meu "Chefe de Redacção" criámos alguns laços, que já permitiram que ele, do alto dos seus 20 anos tenha já traçado não só o meu perfil psicológico como o das Assistentes da Biblioteca Escolar. "A senhora por vezes está triste e isso afeta o seu comportamento aqui na biblioteca; A senhora tem graves oscilações de humor; A senhora não está feliz com a vida que leva; ..." Sorrimos, deixamos estar, que o jovem é simpático e tem uma certa piada.
Acontece que na passada sexta-feira M. entrou na biblioteca de supetão com um amigo na sua cola e em vez de se dirigir para a "ilha" dos computadores, como é seu hábito, dirigiu-se para o espaço da multimédia onde se sentou numa cadeira junto da fila de janelas de onde se pode ver a entrada da escola.
Em poucos segundos identifiquei um comportamento de "avestruz". Ao mesmo tempo que se escondia, M. olhava para a entrada da escola, sendo que todo o seu corpo transmitia uma sensação de ansiedade.
Num piscar de olhos, avaliei a situação. Diz-me a experiência que aquele tipo de comportamento tem uma de duas causas: m... da grossa, ou m... da grossa, sendo que a idade e o perfil de M. correspondem ao segundo tipo, i.e., m... da grossa devido a arrebatamento, ímpeto, entusiasmo, êxtase, aka, paixão!
Pesei prós e contras - fico calada e segura ou arrisco-me a levar a maior desanda da minha vida... mas também pode ser que o moço precise... e atrevi-me.
"Parece impossível que se tenha vindo esconder aqui! e logo de uma miúda!" Mal terminara a frase, já M. retorquia "Às vezes, quando sabemos muito, não devemos falar" - diziam as palavras, mas os olhos eram de quem queria, e muito, falar. Aproximei-me e fui dizendo que eu não sabia nada...
M. despejou rapidamente a sua história, tinha feito "o maior erro" da sua vida, ofereceu flores a uma miúda e agora - acrescentou o amigo, ela pensa que fui eu.
Nem de propósito, pouco antes eu vira as ditas flores passeando-se na escada junto à BE nas mãos de uma jovem que, preconceituosa como sou, achei demasiado jovem... Perguntei: E ela não é muito pequenina?
A resposta não podia ser melhor: Pequenina como, ela é grande... em tudo!
Não havia espaço para dúvidas, o nosso menino, das pestanas mais lindas daquela escola, está completamente apanhado pela pequena de nome estrangeiro e cabelos dourados.
Penso não mentir muito se disser que esta conversa teve lugar por volta da 1 da tarde. À sexta feira, saio às 13:20, excepto quando não saio. Foi o caso, sai da biblioteca depois das 16h. Durante as cerca de 3 horas que mediaram os dois momentos M esteve quase sempre dentro da Biblioteca, amigos vários entraram e saíram; expuseram argumentos, planearam actividades para o fim de semana, mas nada parecia tirar M da espécie de letargia que o atingira.
Muito foi dito e certamente muito mais foi sentido.
M. queria dois antidepressivos e dormir, dormir muito. Perguntava aos amigos se preferiam um líder morto ou um banana vivo... afirmando-se de seguida como um banana.
A dada altura falou-se de um namoro anterior, mandei-lhe um "e lembra-se... nessa altura também parecia o fim do mundo". M pareceu animar-se um pouco para logo se deixar cair.
A dada altura a agitação causada pelo entra e sai de amigos e conversas vivas estava a causar demasiada perturbação e acabei por, mais ou menos amistosamente, expulsá-los da Biblioteca, ordenando a M. que fosse passear as suas pestanas ao sol, porque "a vida está lá fora!".
Passava já das 16 horas quando, segura de que não voltaria a ver M e os amigos senão após o início do terceiro período, me despedi das Assistentes. À saída, não consegui conter um "Que mal terei eu feito a deus?!" - à minha frente, de volta à BE estavam M e M (o amigo "das flores"). De imediato me preparei para "enxotá-los" ao mesmo tempo que M (o amigo) aproximou o rosto do meu ouvido "Já contámos tudo à miúda".
M (o apixonado) virou na minha direcção um par olhos doces e aliviados, inspirou fundo e disse: "Contei tudo!" e, ao mesmo tempo que deixava cair os braços "desabafei". Inspirou: "Sou um homem!"
Sorriso; sorriso; sorriso; "Ela pareceu ficar super-feliz!"
Desci a escada. No rés-do-chão cruzei-me com a "miúda" à conversa-confissão com outro dos amigos. Fiz-me o mais sonsa que poderia ser: "Que flores lindas! Faz anos?" - olhar atrapalhado. "Não..."
"Melhor ainda. Parabéns!"
Saí em direcção ao fim de semana que, sabia, não ia ter um décimo da emoção de receber um ramo de flores apaixonadas e anónimas.
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Gotta love these gyus,
há coisas que só se sentem,
moods,
queridas bibliotecas,
trabalho e prazer
sábado, 29 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #347
sexta feira, 28 de março de 2014
"Não sou nada, nunca serei nada"...
Incrível o poder de um sorriso, uma voz ou um abraço - ah a força de um abraço!
"Não sou nada, nunca serei nada"...
Incrível o poder de um sorriso, uma voz ou um abraço - ah a força de um abraço!
domingo, 23 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #340
sexta feira, 21 de março de 2014
Dia de cansaço e de sms despardalada...
Quem diz o que quer ouve o que (não) quer.
Dia de cansaço e de sms despardalada...
Quem diz o que quer ouve o que (não) quer.
quarta-feira, 19 de março de 2014
(...)a vida nos intervalos #337 / aFor'ismos da Konfuse #21
À terça tudo melhora
é uma espécie de savora!
Vale a pena não disparar a quente. O que parecia afinal não era.
E o resto? ... isso é outra coisa!
é uma espécie de savora!
Vale a pena não disparar a quente. O que parecia afinal não era.
E o resto? ... isso é outra coisa!
terça-feira, 18 de março de 2014
Do envelhecer
A House Where Nobody Lives*
Velha. Definitivamente velha. Assim… subitamente. É como me sinto”
“Pudera, contas praticamente meio século!”
Olhou a amiga, agradecendo em silêncio a mordacidade quase cruel com que sabia poder sempre contar e, que, quantas e quantas vezes a impedira de cair em buracos de onde seria incapaz de sair!
Que sim, disse-lhe ela, já reparara nas rugas, o corpo há muito lhe dissera que alguns sonhos seriam sempre e só isso e a cabeça não era já tão ágil. Mas isto, era novo. E teceu toda uma tese sobre lutas e conformismo
“És só uma casa,
mais uma casa,
onde ninguém vive.”
*Roubado ao mais cavalheiro dos músicos, o Senhor que espera (sempre). Grata, Tom.
Velha. Definitivamente velha. Assim… subitamente. É como me sinto”
“Pudera, contas praticamente meio século!”
Olhou a amiga, agradecendo em silêncio a mordacidade quase cruel com que sabia poder sempre contar e, que, quantas e quantas vezes a impedira de cair em buracos de onde seria incapaz de sair!
Que sim, disse-lhe ela, já reparara nas rugas, o corpo há muito lhe dissera que alguns sonhos seriam sempre e só isso e a cabeça não era já tão ágil. Mas isto, era novo. E teceu toda uma tese sobre lutas e conformismo
“És só uma casa,
mais uma casa,
onde ninguém vive.”
*Roubado ao mais cavalheiro dos músicos, o Senhor que espera (sempre). Grata, Tom.
(...) a vida nos intervalos #336
Assim, no geral, não valemos mesmo nada.
Mesmo as "boas pessoas"
Mentimos sem nada ganhar que não a nossa tranquilidade.
Enganamo-nos mesmo sabendo a verdade.
Queixamo-nos de barriga cheia...
and the list goes on...
segunda-feira, 17 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #335
Regresso a Lisboa. Dia de dar por assente a falta de emoção que tem caracterizado a minha vida há muito mais tempo do que pensei aguentar. Mas, como disse o outro: "Ai, aguenta, aguenta!".
Senti hoje a minha inteligência ser ofendida por alguém que eu não esperava que o fizesse.
Prometo desmentido e penitência caso me engane, mas infelizmente...
Transversalidades a tomarem muito mais tempo que o desejado... fim de serão com imensas dores.
Momentos altos do dia: telefonema dos Castro; meia hora de natação.
P.S. Lá sentir senti, mas era "viagem". Carla Maria, a idade não te está a dar toda a sensatez que querias, mas, vá, por uma vez soubeste esperar, menos mal. Escrever esta nota foi já uma espécie de penitência. Pensei apagar o segundo parágrafo mas preciso de coisas que me lembrem para a necessidade de refrear impulsos,
sábado, 15 de março de 2014
(..)a vida nos intervalos #334
A vinda a Aveiro teria valido a pena nem que fosse para escutar o "Que fixe" do T. ao receber o livro sobre dinossauros.
Dia de "doideira" - cabelos pintados pela primeira vez!
No "mais" "come chocolates, pequena"! Tu até sabes das coisas porque teimas em disparatar?
Tempo para pensar que certamente quase ninguém tem noção de que outros sofram em consequência de atos e, frequentemente, omissões suas ou muita coisa seria diferente. Espero que.
Nota:
Pela primeira vez neste já quase um ano não foi publicado (...)a vida nos intervalos por dois dias.
Quinta feira, 13 foi dia de estar - já vem sendo hábito às quintas - com duas das minhas pessoas. O R. estava adoentado. Soube hoje que afinal é escarlatina.
Sexta feira, 14 - viagem até Aveiro para assistir a uma aula e visitar algumas das minhas "casas", regar afetos e pensar que quem sabe... por certo não...
Dia de "doideira" - cabelos pintados pela primeira vez!
No "mais" "come chocolates, pequena"! Tu até sabes das coisas porque teimas em disparatar?
Tempo para pensar que certamente quase ninguém tem noção de que outros sofram em consequência de atos e, frequentemente, omissões suas ou muita coisa seria diferente. Espero que.
Nota:
Pela primeira vez neste já quase um ano não foi publicado (...)a vida nos intervalos por dois dias.
Quinta feira, 13 foi dia de estar - já vem sendo hábito às quintas - com duas das minhas pessoas. O R. estava adoentado. Soube hoje que afinal é escarlatina.
Sexta feira, 14 - viagem até Aveiro para assistir a uma aula e visitar algumas das minhas "casas", regar afetos e pensar que quem sabe... por certo não...
sábado, 8 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #326
Pessoas "Sexy"
Gosto de pessoas... altas, baixas, magras gordas e antes pelo contrário.
De algumas gosto à distância de um beijo, de outras mais longe,
muito mais longe - por causa do cheiro.
Mas o que gosto mesmo é de pessoas "sexy"
que olham nos olhos, que tocam,
com calma,
que têm poesia na alma,
que mesmo desfeitas nos fazem rir,
que gostam de cheiros, apreciam comida
que mesmo morrendo adoram a vida
escrevi esta coisa só para brincar
... as pessoas "sexy"
adoram falar,
usam as palavras por entre os seus beijos
matam solidões e acordam desejos...
Gosto de pessoas... altas, baixas, magras gordas e antes pelo contrário.
De algumas gosto à distância de um beijo, de outras mais longe,
muito mais longe - por causa do cheiro.
Mas o que gosto mesmo é de pessoas "sexy"
que olham nos olhos, que tocam,
com calma,
que têm poesia na alma,
que mesmo desfeitas nos fazem rir,
que gostam de cheiros, apreciam comida
que mesmo morrendo adoram a vida
escrevi esta coisa só para brincar
... as pessoas "sexy"
adoram falar,
usam as palavras por entre os seus beijos
matam solidões e acordam desejos...
sexta-feira, 7 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #325
E não é que timidamente o dia lá se compôs?
Manhã produtiva, tarde ensolarada e pintada de sorrisos amigos, jantarício em excelente companhia...
Ah could get used to this :)
Manhã produtiva, tarde ensolarada e pintada de sorrisos amigos, jantarício em excelente companhia...
Ah could get used to this :)
Não foi nada disto... mas a música é tão tão libertadora que decidi colá-la aqui
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esta Lisboa que eu amo,
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re-mood-lação,
trabalho e prazer
segunda-feira, 3 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #321
“Life's under no obligation to give us what we expect.”
― Margaret Mitchell
sábado, 1 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #319
Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014
“Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind.”
Bernard M. Baruch
“Be who you are and say what you feel, because those who mind don't matter, and those who matter don't mind.”
Bernard M. Baruch
“I hold this to be the highest task of a bond between two people: that each should stand guard over the solitude of the other.”
Rainer Maria Rilke, Letters to a Young Poet
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
(...) a vida nos intervalos #317
Dia parvo. parvo...
Desde o "Faça lá um poema" e a resposta genial "também pode ter essa leitura" às questões básicas que voltam à tona...
Até o filme que vi era imensamente parvo...
Suponho que há-de melhorar...
Desde o "Faça lá um poema" e a resposta genial "também pode ter essa leitura" às questões básicas que voltam à tona...
Até o filme que vi era imensamente parvo...
Suponho que há-de melhorar...
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
aFor'ismos da Konfuse #19
Há momentos na vida em que apenas queres que te deixem em paz com os nabos.
Nessas alturas, a última coisa que precisas é que te mandem à fava.
Nessas alturas, a última coisa que precisas é que te mandem à fava.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
(...) a vida nos intervalos #314
Às vezes, só às vezes, há que dar descanso à cabeça, sentir mais, pensar menos...
Perceber que todos os dados que temos na mão são frequentemente poucos para fazer uma jogada de jeito...
De quando em vez vou conseguindo.. esperemos que a sensatez da idade o torne mais frequente.
Entretanto, lanche/jantar em muitíssimo agradável e acolhedora companhia.
Obrigada a todos.
E os afetos, ai senhores, os afetos!
Perceber que todos os dados que temos na mão são frequentemente poucos para fazer uma jogada de jeito...
De quando em vez vou conseguindo.. esperemos que a sensatez da idade o torne mais frequente.
Entretanto, lanche/jantar em muitíssimo agradável e acolhedora companhia.
Obrigada a todos.
E os afetos, ai senhores, os afetos!
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