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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

sexta-feira, 21 de março de 2014

(...) a vida nos intervalos #339

Kalaf
Formação (observação de aulas)
Reunião 7 Dias com os Media
Palavras Cruzadas com Paulo Freixinho
Reflexão transversalidades


Não foi dia com intervalo, foi um intervalo, cheio de trabalho, recheado de pessoas! - Mesmo como eu gosto.

sábado, 15 de março de 2014

(..)a vida nos intervalos #334

A vinda a Aveiro teria valido a pena nem que fosse para escutar o "Que fixe" do T. ao receber o livro sobre dinossauros.

Dia de "doideira" - cabelos pintados pela primeira vez!

No "mais" "come chocolates, pequena"! Tu até sabes das coisas porque teimas em disparatar?

Tempo para pensar que certamente quase ninguém tem noção de que outros sofram em consequência de atos e, frequentemente, omissões suas ou muita coisa seria diferente. Espero que.

Nota:
Pela primeira vez neste já quase um ano não foi publicado (...)a vida nos intervalos por dois dias.

Quinta feira, 13 foi dia de estar - já vem sendo hábito às quintas - com duas das minhas pessoas. O R. estava adoentado. Soube hoje que afinal é escarlatina.
Sexta feira, 14 - viagem até Aveiro para assistir a uma aula e visitar algumas das minhas "casas", regar afetos e pensar que quem sabe... por certo não...

quinta-feira, 13 de março de 2014

(...) a vida nos intervalos #331


Tempo para apreciar a sorte que tenho por todos os do meu núcleo duro estarem bem.

Pensamentos elevados para que tudo corra bem com a J., o J. e o filho da L.; que o guerreiro A. continue a sorrir e que esteja recuperado.

Que o sorriso terreno das avós se prolongue, ainda que elas seja eternas...

E como eu gostava de poder diminuir a angústia de um recente, mas já caríssimo amigo - é difícil imaginar tamanho sofrimento.

Que a Vida seja generosa com todas estas pessoas Enormes!

(...) a vida nos intervalos #330

terça feira, 11 de março de 2014

Intervalo imensamente saboroso com o grupo das terças, acrescido de duas visitas - pode ser que fiquem!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #299

(referente a sábado, 8 de fevereiro de 2014)

 

Geração do Dubai* 


Ontem estive num daqueles sítios de Lisboa que, penso eu, por estarem na moda junta meio mundo, podendo tornar-se bastante desagradáveis.

Não foi o caso.

Falo do mercado de Campo de Ourique. apesar de saber que, quase de certeza, nos esperaria uma enchente,sabia também que a companhia agradável e o estado de espírito um tanto ou quanto drowsy, um tanto ou quanto zen bastariam para suoerar o desconforto de um ou outro encontrão mais invasivo e do tempo de espera para comer.
Por outro lado, quando se junta meio mundo, é bastante provável que se encontrem pessoas agradáveis, interessantes e às vezes, até mesmo interessadas ;) pois que eu, embora tendo a certeza de que sou a "maior da minha rua" sei que não sou caso único no género "pessoa espectacular"!

(pausa - gosto de dar a quem me lê tempo para rir)

Após a primeira parte do jantarício frugal, parti, com uma das convivas, em busca da sobremesa (dela) e reforços de cafeína (para os restantes viciados), e quando estávamos prestes a ter sucesso ela, que tal como eu se dedica à mui nobre e reconhecida arte do ensinanço, .........  (mais uma pausa para rir) ....... é encontrada por um ex-aluno.

Verificou-se que não era um, era um grupo. Amigos desde os tempos em que pertenceram à mesma a que se juntava a namorada de um deles e mais um ou outro amigo de proveniências semelhantes.
À conta deste encontro "acidental" conseguimos que os outros dois convivas quase se zangassem conosco pois que estivemos cerca de uma hora em conversa descontraída.

Eu, que sou do bem ;) e comulativamente de uma presciência assinalável (vá, riam mais um pouco) percebi logo que tínhamos ali um grupo de pessoas, em quatro palavras, FAN TÁS TI CAS, daquelas que nos enchem o coração, o cérebro - ou lá que orgão gere as emoções e o orgulho e que a nós, professores ajuda  a dar sentido à vida.

Os "miúdos" são finalistas de diferentes cursos - medicina e engenharias, sobretudo - e entre eles detinham notas invejáveis de 19,5 e 20 nas provas de acesso à universidade. Outros eram mais contidos (eheh) mas todos de uma simpatia, diria mesmo empatia contagiantes. Pareceram-me (e eu nunca me engano ;) ) pessoas de corpo inteiro, genuinas, que estão traçando o seu rumo com afinco, profissionalismo já e muito bom humor.
Adorei conhecer mais este punhado de miúdos fantásticos que se junta à coleção das muitas dezenas de "vítimas" que fui fazendo ao longo do percurso profissional e que me enchem de emoção e orgulho por ter tido oportunidade de contribuir ainda que apenas residualmente para as pessoas que são.

Espero apenas que este país reconsidere e que permita que o S. e o F. não fiquem para sempre na Alemanha, que a A. possa voltar de Espanha se assim o desejar e o R. não tenha de ser qualquer coisa que não o clínico fantástico que se anuncia.


P.S. Nenhum deles envergava traje académico e não me pareceram particularmente entusiastas de praxe.

* seis ou mais estrelas

(Texto também publicado como nota no Facebook)