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domingo, 23 de março de 2014

(...) a vida nos intervalos #341

"Manif" no Artec com a L (quem mais?)


Ocasião para rever a "nossa loura" que já não via há uns bons meses e a Ana Xavier - quase 20 anos depois :)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

(...) a vida nos intervalos #237 Contos do Ócio

Esplendido nome para um intervalo.
Mas é mais, é um texto de teatro de Mário Botequilha.
E como foi giro conhecer "Simplesmente Maria" :)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #215




 



Já sabemos que destes dois se amam as almas, os corpos e as vontades, porém, estando deitados, assistem as vontades e as almas ao gosto dos corpos (...). Este é o melhor cheiro do mundo, o da palha remexida, dos corpos sob a manta." 
José Saramago (Baltasar and Blimunda)Memorial do Convento
 
 
"

domingo, 15 de dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #204 Madiba

E depois há dias assim...

em que desejava mesmo, mesmo escrever bem.

Enquanto fui ao teatro rever "Casa - o Cultivo de Flores de Plástico" de Afonso Cruz, pela Gato que Ladra (teatro da Trindade) o meu herói partiu.

 Nelson Mandela deixou-nos e o mundo parece ter ficado mais pobre.

Como gostava de saber homenagear esta figura impar da humanidade!

Graças ao grande Madiba o mundo é certamente um lugar menos mau... Obrigada!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #200 Museu Nacional do Teatro

Número redondinho num sítio especial
numa manhã passada com duas das minhas pessoas,
obviamente também muito especiais

We're actors — we're the opposite of people!”
― Tom Stoppard,
Rosencrantz and Guildenstern Are Dead    

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #189


David Sylvian, Let the Happiness in

"'cause it's coming,
  coming on"

Foi há mais de 10 anos mas lembro-me como se fosse hoje.
A sms chegou como habitualmente... "como quem chega do nada".
Trazia uma promessa de futuro já presente.
Era!
Foi!

Hoje a canção chegou, também ela "como quem chega do nada" e ficou, batendo como uma onda amiga que vai enrolando, adocicando as margens.

Pela primeira vez senti que a primeira parte do grande intervalo terminou.

Veremos...

Come and get me!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

(...) a vida nos intervalos #187 Macbeth - Chapitô

Domingo, 17 de novembro de 2013

Macbeth, pelo Chapitô no Festival da Inovação



Três homens, três kilts, quatro microfones, um pouco mais....
e coisas acontecem!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

(...) a vida nos intervalos #161 Brincar

 

Brincar

com  voz
com corpo
com alma

sem senso
sem tempo
sem calma

pensando
correndo
voando

Com tigo
com migo
cas tigo (?)

sem sexo
sem nexo
nem plexo

feliz
por um triz
quem não quis





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Sorriso / (...) a vida nos intervalos #124

Porque ontem foi o teu aniversário,
mas foste embora demasiado cedo
porque a memória do teu sorriso se misturou hoje com as imensas gargalhadas das crianças no teatro

Fica este intervalo com uma canção que a mim te traz há mais de 15 anos.


Sorriso, Trovante (do álbum 84)

domingo, 21 de julho de 2013

(...) a vida nos intervalos #67



Um texto fantástico para quatro atores a condizer: O Cultivo de flores de plástico, de Afonso Cruz, pela "Gato que Ladra" no Clube Estefânia


sexta-feira, 19 de julho de 2013

(...) a vida nos intervalos #65

CETA - Os Filhos não se Pagam



All the World's a Stage

All the world's a stage,
And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances,
And one man in his time plays many parts,
His acts being seven ages. At first, the infant,
Mewling and puking in the nurse's arms.
Then the whining schoolboy, with his satchel
And shining morning face, creeping like snail
Unwillingly to school. And then the lover,
Sighing like furnace, with a woeful ballad
Made to his mistress' eyebrow. Then a soldier,
Full of strange oaths and bearded like the pard,
Jealous in honor, sudden and quick in quarrel,
Seeking the bubble reputation
Even in the cannon's mouth. And then the justice,
In fair round belly with good capon lined,
With eyes severe and beard of formal cut,
Full of wise saws and modern instances;
And so he plays his part. The sixth age shifts
Into the lean and slippered pantaloon,
With spectacles on nose and pouch on side;
His youthful hose, well saved, a world too wide
For his shrunk shank, and his big manly voice,
Turning again toward childish treble, pipes
And whistles in his sound. Last scene of all,
That ends this strange eventful history,
Is second childishness and mere oblivion,
Sans teeth, sans eyes, sans taste, sans everything.


sábado, 8 de junho de 2013

(...) a vida nos intervalos #24

 
Um dia os réus serão vocês - o julgamento de Álvaro Cunhal
Companhia de Teatro de Almada 
 
Uma peça baseada na defesa que o líder comunista apresentou no seu julgamento contra a ditadura fascista em 1950, e cuja atualidade não pode deixar de assombrar-nos.  
 
Ficha Artística

intérpretes
Luís Vicente, João Farraia e Manuel Mendonça
vídeo
Catarina Neves

desenho de luz e cenário
Guilherme Frazão

produção
Paulo Mendes

mais informações
Companhia de Teatro de Almada