1 de outubro
Enquanto as amigas suspiravam pelos cantos por uma Bimby, K sonhava com alguém que lavasse, passasse a ferro e limpasse o pó... Até podia ser uma Bimba! Enfim, uma fada do lar que lhe permitisse ser a "Professora das Histórias", ir às compras, cozinhar e ainda ter tempo para respirar...
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
sábado, 3 de outubro de 2015
domingo, 27 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
(...) a vida nos intervalos #341
"Manif" no Artec com a L (quem mais?)
Ocasião para rever a "nossa loura" que já não via há uns bons meses e a Ana Xavier - quase 20 anos depois :)
Ocasião para rever a "nossa loura" que já não via há uns bons meses e a Ana Xavier - quase 20 anos depois :)
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
(...) a vida nos intervalos #237 Contos do Ócio
Esplendido nome para um intervalo.
Mas é mais, é um texto de teatro de Mário Botequilha.
E como foi giro conhecer "Simplesmente Maria" :)
Mas é mais, é um texto de teatro de Mário Botequilha.
E como foi giro conhecer "Simplesmente Maria" :)
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
(...) a vida nos intervalos #215
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
(...) a vida nos intervalos #204 Madiba
E depois há dias assim...
em que desejava mesmo, mesmo escrever bem.
Enquanto fui ao teatro rever "Casa - o Cultivo de Flores de Plástico" de Afonso Cruz, pela Gato que Ladra (teatro da Trindade) o meu herói partiu.
Nelson Mandela deixou-nos e o mundo parece ter ficado mais pobre.
Como gostava de saber homenagear esta figura impar da humanidade!
Graças ao grande Madiba o mundo é certamente um lugar menos mau... Obrigada!
em que desejava mesmo, mesmo escrever bem.
Enquanto fui ao teatro rever "Casa - o Cultivo de Flores de Plástico" de Afonso Cruz, pela Gato que Ladra (teatro da Trindade) o meu herói partiu.
Nelson Mandela deixou-nos e o mundo parece ter ficado mais pobre.
Como gostava de saber homenagear esta figura impar da humanidade!
Graças ao grande Madiba o mundo é certamente um lugar menos mau... Obrigada!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
(...) a vida nos intervalos #200 Museu Nacional do Teatro
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
(...) a vida nos intervalos #189
David Sylvian, Let the Happiness in
"'cause it's coming,
coming on"
Foi há mais de 10 anos mas lembro-me como se fosse hoje.
A sms chegou como habitualmente... "como quem chega do nada".
Trazia uma promessa de futuro já presente.
Era!
Foi!
Hoje a canção chegou, também ela "como quem chega do nada" e ficou, batendo como uma onda amiga que vai enrolando, adocicando as margens.
Pela primeira vez senti que a primeira parte do grande intervalo terminou.
Veremos...
Come and get me!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
(...) a vida nos intervalos #187 Macbeth - Chapitô
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
(...) a vida nos intervalos #161 Brincar
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Sorriso / (...) a vida nos intervalos #124
Porque ontem foi o teu aniversário,
mas foste embora demasiado cedo
porque a memória do teu sorriso se misturou hoje com as imensas gargalhadas das crianças no teatro
Fica este intervalo com uma canção que a mim te traz há mais de 15 anos.
Sorriso, Trovante (do álbum 84)
mas foste embora demasiado cedo
porque a memória do teu sorriso se misturou hoje com as imensas gargalhadas das crianças no teatro
Fica este intervalo com uma canção que a mim te traz há mais de 15 anos.
Sorriso, Trovante (do álbum 84)
domingo, 21 de julho de 2013
(...) a vida nos intervalos #67
![]() |
| Um texto fantástico para quatro atores a condizer: O Cultivo de flores de plástico, de Afonso Cruz, pela "Gato que Ladra" no Clube Estefânia |
sexta-feira, 19 de julho de 2013
(...) a vida nos intervalos #65
| CETA - Os Filhos não se Pagam |
All the World's a Stage
All the world's a stage,
And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances,
And one man in his time plays many parts,
His acts being seven ages. At first, the infant,
Mewling and puking in the nurse's arms.
Then the whining schoolboy, with his satchel
And shining morning face, creeping like snail
Unwillingly to school. And then the lover,
Sighing like furnace, with a woeful ballad
Made to his mistress' eyebrow. Then a soldier,
Full of strange oaths and bearded like the pard,
Jealous in honor, sudden and quick in quarrel,
Seeking the bubble reputation
Even in the cannon's mouth. And then the justice,
In fair round belly with good capon lined,
With eyes severe and beard of formal cut,
Full of wise saws and modern instances;
And so he plays his part. The sixth age shifts
Into the lean and slippered pantaloon,
With spectacles on nose and pouch on side;
His youthful hose, well saved, a world too wide
For his shrunk shank, and his big manly voice,
Turning again toward childish treble, pipes
And whistles in his sound. Last scene of all,
That ends this strange eventful history,
Is second childishness and mere oblivion,
Sans teeth, sans eyes, sans taste, sans everything.
And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances,
And one man in his time plays many parts,
His acts being seven ages. At first, the infant,
Mewling and puking in the nurse's arms.
Then the whining schoolboy, with his satchel
And shining morning face, creeping like snail
Unwillingly to school. And then the lover,
Sighing like furnace, with a woeful ballad
Made to his mistress' eyebrow. Then a soldier,
Full of strange oaths and bearded like the pard,
Jealous in honor, sudden and quick in quarrel,
Seeking the bubble reputation
Even in the cannon's mouth. And then the justice,
In fair round belly with good capon lined,
With eyes severe and beard of formal cut,
Full of wise saws and modern instances;
And so he plays his part. The sixth age shifts
Into the lean and slippered pantaloon,
With spectacles on nose and pouch on side;
His youthful hose, well saved, a world too wide
For his shrunk shank, and his big manly voice,
Turning again toward childish treble, pipes
And whistles in his sound. Last scene of all,
That ends this strange eventful history,
Is second childishness and mere oblivion,
Sans teeth, sans eyes, sans taste, sans everything.
William Shakespeare
sábado, 8 de junho de 2013
(...) a vida nos intervalos #24
Um dia os réus serão vocês - o julgamento de Álvaro Cunhal
Companhia de Teatro de Almada | |
Uma peça baseada na defesa que o líder comunista apresentou no seu julgamento contra a ditadura fascista em 1950, e cuja atualidade não pode deixar de assombrar-nos.
Ficha Artística
intérpretes Luís Vicente, João Farraia e Manuel Mendonça vídeo Catarina Neves desenho de luz e cenário Guilherme Frazão produção Paulo Mendes mais informações Companhia de Teatro de Almada |
Subscrever:
Mensagens (Atom)

